(Source: quentynmartell, via heatemyfuckingheart)
(Source: sheisnotme1, via cherry-chop)
A proposta do movimento que a ONG End It sustenta é eliminar um problema que a gente, infelizmente, já se acostumou a ver mas finge que não. Ignorando estatísticas e mantendo nossa rotina, seguimos a vida sem atentar que, apesar de já estarmos em 2013, a escravidão – termo aparentemente esquecido nos antigos livros de história do colégio – ainda existe e está cada vez mais forte e “invisível” aos olhos daqueles que não querem enxergar o problema. Nas entrelinhas, todos nós temos uma parcela desta culpa. Afinal, ignoramos e achamos que isso nem sequer acontece mais.
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Admito que me assusta muito a ideia de que a gente dependa de iniciativas como esta para trazer um assunto tão urgente para o centro das discussões. Na ação em questão, que trata especificamente da escravização sexual de mulheres, é válido lembrar que este é um dos temas mais difíceis a ser enfrentado uma vez que ele, de alguma forma, está blindado por uma cultura altamente machista, que não se resume apenas no aspecto da prostituição em si, mas alcança a discrepante diferença de salários entre homens e mulheres no mercado de trabalho, passando, também, por preconceitos cegos que alimentamos – fingindo não ver nada – diariamente, ao menosprezar a mulher por ser loira, ao automaticamente culpar o sexo feminino em uma colisão de automóveis e, até mesmo, ao julgar a intenção de uma mulher pelo comprimento da sua roupa.
Fonte: Comunicadores.
(Source: waterfalls-of-tears, via old-lumina)
My Wife’s Fight With Breast Cancer
one of the saddest and most beautiful photo essays I’ve ever seen
(Source: algernoncadwallader, via feministacansada)
(Source: por-falta-de-roteiro, via feministacansada)
"De dos cosas estoy seguro: me interesa y le necesito. Lo demás no sé hasta qué punto puede importar."
Mario Benedetti. (via ovariosviolentos)
(Source: nomegustaelpastel, via ovariosviolentos)
(Source: mynubivagantjourney, via staringatceilings)